#Resenha Não se apega, não

 Não se apega, não

Autor: Isabela Freitas
País: Brasil
Editora: INTRINSECA
Mais informações: Skoob


Sinopse: Desapegar: remover da sua vida tudo que torne o seu coração mais pesado. Loucos são os que mantêm relacionamentos ruins por medo da solidão. Qual é o problema de ficar sozinha? Que me desculpe o criador da frase “você deve encontrar a metade da sua laranja”. Calma lá, amigo. Eu nem gosto de laranja. O amor vem pros distraídos.
Tudo começa com um ponto-final: a decisão de terminar um namoro de dois anos com Gustavo, o namorado dos sonhos de toda garota. As amigas acharam que Isabela tinha enlouquecido, porque, afinal de contas, eles formavam um casal PER-FEI-TO! Mas por trás das aparências existia uma menina infeliz, disposta a assumir as consequências pela decisão de ficar sozinha. Estava na hora de resgatar o amor-próprio, a autoconfiança e entrar em contato com seus próprios desejos.
Parece fácil, mas atrapalhada do jeito que é, Isabela precisa primeiro lidar com o assédio de um primo gostosão, das tentações da balada e, principalmente, entender que o príncipe encantado é artigo em falta no mercado.

Resenha: A proposta principal do livro parece ser a tal "lei do desapego" que na verdade é pouco explorado pela autora. 
Quando comecei a ler, achei que era tipo um livro de auto ajuda. As primeiras páginas me deram essa certeza até que...Ela começou uma narração sobre si mesma. Okay, quem acompanha o trabalho da Isabela Freitas sabe que ela vive em clichês ( nós todas, acreditamos em clichês, vai?!) mas o maior problema é o complexo Blair Waldorf do Brasil.

Me identifico com ela em certos pontos: Acreditar que o amor existe, que nem tudo precisa ser tão cinza e chato; que dormir ajuda em tuuudo - sem falar da coincidência do primeiro nome, da vontade de viver da criatividade e de que meu namorado se chama Gustavo :p

Mas aí ela começou querendo passar uma imagem de mulher forte e com amor próprio, autoconfiante mas não é bem o que ela consegue. Ao mesmo tempo que ela fala que desapega fácil das coisas, ela sofre por tudo, por qualquer ficante, primo, ex babaca.

Fico na dúvida se ela fala dela mesmo ( se expondo extremamente ao contar seus pontos fracos), se é uma crônica ou a vida dela 'melhorada' para um roteiro de novela adolescente.

Não é por questão de idade mas com 22 anos a vida a lá 'Malhação' acabou pra maior parte de nós. Na maior parte me pareceu uma garota mimada que nem sabe o que é a palavra desapego. 

Comecei a ler muito incentivada mas ai comecei até pular partes na leitura pra ver se terminava logo. Blérc. 



E aí, o que acharam? Comentem! O espaço é de vocês! :*

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7 comentários

  1. Bem, nunca tive a intenção de ler esse livro. Apesar de, segundo sua resenha, ter alguns pontos positivos, ainda assim não me interesso por livros assim.

    Beijos.
    Tão doce e tão amarga.

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    1. Eu li mesmo pra ver 'qual é' de tanta propaganda. Fiquei com cara do tipo de quem come e não gosta. :p

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  2. Adorei sem blog Isa.. deu até vontade de ler mais :))

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    1. Tá comprovado agora que não vou um pervertido gordo na internet? hehe

      Obrigada pela visita :D

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  3. Oi linda, tudo bem?
    Te indiquei pra uma tag: Conhecendo a Blogueira.
    Assim que fizer, me fala, ok?
    http://www.ganheiumlivro.blogspot.com.br/2014/07/tag-conhecendo-blogueira.html

    Beijão,
    Jú Charan

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  4. você disse lá no blog que fez a resenha do livro e eu morri de curiosidade pra ler... vim aqui!

    Cara... não podia concordar mais com você. Ela quer praticar a tal lei do desapego e, de contrário, se demonstra a pessoa mais apegada do mundo, que sofre por qualquer coisa, que não lida com maturidade em relação as coisas.

    Decepcionante! No começo você até vem com um certo gás, se identificando com características femininas comuns (que nós também temos, afinal. E entendemos), mas vai tudo se tornando tão chato. TÃO CHATO. MAS TÃO CHATO.

    Outra coisa que me deixou super confusa foi utilizar o nome da autora na personagem e no fim do livro agradecer ao namorado. Acho super presunção e narcisismo ter a necessidade de pôr seu nome em alguém que não é você (não por completo, pelo menos). Acho que se ela queria relatar historinhas "legais" da vida, colocasse outro nome e descrevesse.. ninguém ia saber (e se quisesse que soubesse, abrisse a boca nas redes, entrevistas e se fizesse ouvida).

    beijo
    beinghellz.blogspot.com

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  5. Alguém que me entende
    Acho que foi mais pra ser mídia e conseguir vender o livro mesmo.

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Obrigada pela visita!
Sempre respondo os comentários, visito os blogs de volta e lá, mando novamente a resposta do que foi dito aqui.

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